04/10/2026
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Eleições de 4 de outubro: horário, documento e a ordem dos seis votos

O primeiro turno será das 8h às 17h no horário de Brasília. Veja o documento exigido, a sequência da urna e por que a cola deve estar em papel.

Elaborado por issue.red com base nas fontes abaixo. Política editorial

Ilustração editorial de cabine de votação e lista em papel, sem candidatos ou votos identificáveis
Ilustração editorial de issue.red; não reproduz uma votação real nem uma cédula oficial.

O primeiro turno das eleições gerais de 2026 acontece em 4 de outubro, das 8h às 17h pelo horário de Brasília. Para chegar preparado, o eleitor deve conferir o local de votação, separar um documento oficial com foto e levar em papel os números dos candidatos. G1 e Poder360 reuniram as orientações da Justiça Eleitoral na véspera do pleito.

O horário é o de Brasília, e não necessariamente o mostrado pelo relógio em todo o território nacional. Quem estiver na fila antes do encerramento tem o direito de votar assegurado, com senha fornecida pelos mesários, segundo o Poder360.

A sequência na urna

Ordem de votação informada pelo Poder360
EtapaCargoQuantidade de dígitos
1Deputado federal4
2Deputado estadual ou distrital5
3Senador — primeira vaga3
4Senador — segunda vaga3
5Governador2
6Presidente da República2

Há duas escolhas para o Senado. Os candidatos precisam ser diferentes: repetir o número na segunda vaga anula esse segundo voto, conforme o guia do Poder360. Conferir a sequência antes de entrar na cabine reduz o risco de confundir o tamanho dos números ou a ordem dos cargos.

Documento e local de votação

É obrigatório apresentar documento oficial com foto. Os exemplos reunidos pelo Poder360 incluem carteira de identidade, passaporte, CNH, carteira de trabalho física, certificado de reservista e carteira de categoria profissional reconhecida por lei. O e-Título pode servir para identificação quando a foto está disponível no aplicativo, vinculada ao cadastramento biométrico prévio.

O título de eleitor em papel não é o documento de identificação obrigatório, mas ajuda a conferir zona e seção. O local pode ser consultado nos canais oficiais do TSE e no e-Título. Ter essa informação antes de sair evita depender de uma suposição sobre onde se votou em eleição anterior.

Celular fica fora da cabine

G1 e Poder360 explicam que o telefone pode ser levado à seção, mas não entra na cabine. Deve ser entregue desligado aos mesários e retirado depois. A proibição também abrange equipamentos capazes de registrar ou transmitir imagens. Por isso, uma lista salva apenas no celular não substitui a cola eleitoral em papel.

Na urna, confira nome e foto antes de confirmar. Se digitou errado, use a tecla de correção e insira novamente o número. Ao terminar, retorne à mesa para recuperar documento e aparelho. São etapas práticas descritas nas fontes, sem necessidade de expor o conteúdo do voto a outras pessoas.

Preferência individual não é campanha na seção

O guia do G1 distingue manifestação individual e silenciosa de propaganda coletiva. Camisetas, broches e adesivos podem expressar preferência de forma individual; distribuir material, abordar eleitores ou promover aglomeração de campanha não se confunde com essa permissão. A orientação é preservar a tranquilidade e o sigilo do voto.

As fontes consultadas reproduzem regras da Justiça Eleitoral, não resultados ou projeções de vencedor. Eventual segundo turno está previsto para 25 de outubro; a notícia não afirma que ele já esteja definido.

Fontes

  1. Como votar nas eleições 2026? Veja o que pode e não pode no dia | G1 — G1
  2. Como votar nas eleições de 2026; veja passo a passo — Poder360